A Cocais

Cinema que nasce entre territórios.

Autoral, enraizada e em constante movimento.

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Nossa história

Cocais Filmes: novo nome, mesma essência.

Cocais Filmes, inspirada na paisagem que nos cerca e no cinema que fazemos: autoral, enraizado e em constante movimento.

A Mata dos Cocais é uma área de transição, um encontro entre a Amazônia, o Cerrado e a Caatinga. Assim como essa terra de fronteiras, também ocupamos o lugar de confluência, misturando linguagens, formatos e olhares para criar narrativas que partem do interior, mas ecoam muito além.

De Timon (MA), Piripiri (PI) e Santa Cruz dos Milagres (PI), entre as águas do Parnaíba, São Nicolau e Caldeirão, seguimos filmando o que pulsa ao nosso redor. Nossas obras — clipes, curtas e longas — trazem referências às histórias vividas e o frescor das inovações audiovisuais. Da música à memória, do real ao imaginado, nossa filmografia tem percorrido festivais, mostras e a TV, sempre com o compromisso de contar histórias que importam.

A Cocais Filmes é travessia entre tradição e reinvenção. Um cinema que nasce entre as palmeiras e se espalha como vento quente pelo meio-norte do Brasil.

Conheça a nossa trajetória

Quem faz a Cocais

Pessoas que movem histórias.

Acreditamos na força do encontro, da escuta e do trabalho coletivo. Nossa equipe une território, sensibilidade e experiência para criar narrativas que importam.

Milena Andrade da Rocha

Produtora Executiva / Diretora Criativa

Jornalista e documentarista, Milena Andrade da Rocha é natural do interior do Piauí e atua na criação, produção e direção de projetos que atravessam cinema, jornalismo e memória. Formação de Cine Autorreferencial na EICTV (Cuba). Mestranda no PPGARTES, com pesquisa na linha de Memória e Contextos Artísticos, pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB).

À frente da Cocais Filmes, atua na produção executiva e na direção criativa, desenvolvendo projetos voltados à valorização de territórios, memórias e narrativas historicamente sub-representadas. Sua trajetória é marcada pela comunicação comunitária e interesse em histórias construídas a partir da experiência cotidiana, especialmente em contextos rurais, periféricos e de comunidades tradicionais.

Como diretora, realizou os filmes Mulheres de Visão (2018), O Pranto do Artista (2018), Álbum de Família (2021), Tempo de Pipa no Padre Humberto (2021), Terra Nossa (2022), Caldeirão (2026), Boi Romeiro (2025), entre outros trabalhos. Boi Romeiro, documentário musical realizado em Santa Cruz dos Milagres (PI), tem repercutido internacionalmente, com seleção em festivais em Portugal, Espanha, Índia e Romênia, neste último, onde recebeu o prêmio de Melhor Filme de Não Ficção no Short Film Factory – The Best.

Possui experiência em projetos nacionais e internacionais nas áreas de jornalismo e audiovisual, desenvolvidos em parceria com veículos e instituições como TV Globo e Canal Futura. Atua ainda em iniciativas de formação audiovisual em diferentes territórios do Brasil, incluindo a Amazônia, o Semiárido e o Cerrado, e integrou o Projeto Artístico Eco Performance (2025), realizado no Museu Morelense de Arte Contemporânea Juan Soriano, no México.

Crédito da foto: Weslley Oliveira

Weslley Oliveira

Produtor Executivo / Diretor Criativo

Weslley Oliveira é produtor audiovisual, diretor e fotógrafo, com atuação profissional entre os territórios de Piauí e Maranhão. Graduado em Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade Federal do Piauí (UFPI), iniciou sua formação cinematográfica na universidade e em cursos técnicos realizados em Teresina, formou-se pela 6ª turma do Curso de Realização Audiovisual da Vila das Artes, em Fortaleza, em Documentário Criativo pelo Instituto de Cinema de São Paulo, e em Direção Cinematográfica pela Escola Afro Carioca de Cinema, no Rio de Janeiro.

Um dos membros fundadores da LABCINE, iniciativa voltada ao desenvolvimento e à realização audiovisual no Piauí e no Maranhão, que posteriormente deu origem à Cocais Filmes. Desde então, atua na produção executiva, direção e desenvolvimento de projetos para cinema, televisão, instituições culturais e plataformas digitais.

Como diretor e produtor, participou da realização de documentários, curtas-metragens, videoclipes, filmes experimentais e projetos institucionais, com obras selecionadas e premiadas em festivais nacionais e internacionais. Entre seus trabalhos estão Reação do Gueto (2017), Caldeirão (2026), Boi Romeiro (2025), Tabajara (2026), Tempo de Pipa no Padre Humberto (2021), Cidade Entre Rios (2021), O Pranto do Artista (2018), As Canções de Minha Vó (2019), Memórias de Quando Metemos o Pé na Estrada (2021), entre outros projetos desenvolvidos ao longo de sua trajetória.

Também possui experiência na produção de conteúdos para veículos e plataformas como Canal Futura, TV Globo, Globoplay, Itaú Cultural Play e Spcine Play, além de atuar em projetos de circulação e difusão audiovisual.

Oliveira Júnior

Produtor Executivo / Diretor Criativo

Sociólogo, pesquisador e realizador audiovisual, Oliveira é natural de Piripiri, no Piauí. Está doutorando em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e é mestre em Sociologia pela Universidade Federal do Piauí (UFPI), com trajetória acadêmica dedicada à pesquisa sobre cinema, cultura e produção audiovisual fora dos grandes centros.

Na Cocais Filmes, atua como produtor executivo e diretor criativo, articulando pesquisa, realização cinematográfica e formação audiovisual. Sua produção parte do interesse pelas relações entre cinema, território, memória e fantasia, com atenção especial às experiências culturais e sociais do nordeste brasileiro.

Como diretor, realizou os documentários Caldeirão (2026), Tabajara (2026) e Poucos que Sobrevivem (2021), além de videoclipes e outros curtas-metragens. Também atua em equipes de produção cinematográfica como assistente de direção em documentários, logger e na pós-produção como colorista e montador.

No campo acadêmico, pesquisa e publica sobre cinema, cultura e sociologia, especialmente sobre o cinema feito fora do eixo, seus realizadores e modos de produção, além de análises sobre obras contemporâneas brasileiras, entre elas Bacurau e Cangaço Novo. Paralelamente, participa de projetos de formação audiovisual no Piauí e no Ceará, aproximando a produção cinematográfica dos processos educativos e das realidades dos territórios onde atua. Oliveira também atua como ATC – Agente Territorial de Cultura, em um programa do MinC em parceria com o IFRN.

Nosso processo

Entre tradição e reinvenção.

Do interior para o mundo. Histórias que atravessam fronteiras e permanecem.

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Vamos seguir juntos

Vamos contar histórias que importam.

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